( Manuel  R. Veloso Cristovão )

( Natal 2005 )


 

 

 

Naquela rosa amarela

 Colhida no meu jardim

Te ofertei junto com ela

 Do amor que existe em mim

Ela se abriu deslumbrada

 Por deixar de ser botão

 E saber-te tão amada

Por este meu coração

Que um amor assim profundo

Gera inveja nos ateus

Já que não agrada ao mundo

 Por provir do próprio Deus

Por ELE vai ser queimada

com ela tudo o que trava

 Nossa vida sustentada

 Conforme a Sua Palavra